20 de maio de 2011

Rezando o Evangelho de hoje

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Evangelho segundo S. João 14,1-6.

Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus; crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, como teria dito Eu que vos vou preparar um lugar?
E quando Eu tiver ido e vos tiver preparado lugar, virei novamente e hei-de levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde Eu estou, vós estejais também. E, para onde Eu vou, vós sabeis ocaminho.»
Disse-lhe Tomé: «Senhor, não sabemos para onde vais, como podemos nós saber o caminho?»
Jesus respondeu-lhe: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir até ao Pai senão por mim.»


Senhor,
Tu és o Caminho, o único e perfeito Caminho.
Tu és a Verdade, a única e total Verdade.
Tu és a Vida, a única e verdadeira Vida.
Obrigado Senhor!
Amen.
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19 de maio de 2011

Graças

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Senhor,
obrigado porque ouviste a minha súplica e me concedeste segundo a tua vontade, a graça que Te pedi.
Glória a Ti, Senhor, pelos séculos sem fim.
Amen.
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18 de maio de 2011

Rezando o Evangelho de hoje

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João 12,44-50.

Jesus levantou a voz e disse: «Quem crê em mim não é em mim que crê, mas sim naquele que me enviou; e quem me vê a mim vê aquele que me enviou.
Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em mim não fique nas trevas.
Se alguém ouve as minhas palavras e não as cumpre, não sou Eu que o julgo, pois não vim para condenar o mundo, mas sim para o salvar.
Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras tem quem o julgue: a palavra que Eu anunciei, essa é que o há-de julgar no último dia; porque Eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, é que me encarregou do que devo dizer e anunciar.
E Eu bem sei que este seu mandato traz consigo a vida eterna; por isso, as coisas que Eu anuncio, anuncio-as tal como o Pai as disse a mim.»


Senhor,
mostras-nos o caminho e és a luz que nos guias.
Deixas-nos a liberdade de Te seguirmos, de cumprirmos a Tua Palavra.
Mas, Senhor, somos fracos.
Por isso, pedimos-Te que nos moldes, para que a Tua vontade, seja a nossa vida.
Amen.
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17 de maio de 2011

Rezando o Evangelho de hoje

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Evangelho segundo S. João 10,22-30.

Em Jerusalém celebrava-se, então, a festa da Dedicação do templo. Era Inverno.
Jesus passeava pelo templo, debaixo do pórtico de Salomão.
Rodearam-no, então, os judeus e começaram a perguntar-lhe: «Até quando nosdeixarás na incerteza? Se és o Messias, di-lo claramente.»
Jesusrespondeu-lhes: «Já vo-lo disse, mas não credes. As obras que Eu faço em nomede meu Pai, essas dão testemunho a meu favor; mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz: Eu conheço-as e elas seguem-me.
Dou-lhes a vida eterna, e nem elas hão-de perecer jamais, nem ninguém as arrancará da minha mão.
O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai.
Eu e o Pai somos Um.»



«O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai.
Eu e o Pai somos Um.»

Senhor,
obrigado!
No Teu amor cada um de nós vale mais que tudo e ninguém nos pode arrancar de Ti.
Então o que temer?
Nada, se permanecermos em Ti, fazendo a Tua vontade.
Obrigado Senhor!
Amen.
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16 de maio de 2011

O Bom Pastor

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Oração de um pastor ao Bom Pastor

Ó Cristo, meu Deus, Tu abaixastes-Te para me levares aos ombros, a mim, ovelhaperdida (Lc 15,5), e colocaste-me em verdes prados (Sl 22,2). Refrescaste-menas fontes da verdadeira doutrina (ibid) por intermédio dos Teus pastores, dequem Tu mesmo eras pastor antes de lhes confiares o Teu rebanho. [...] Eagora, Senhor, chamaste-me [...] para estar ao serviço dos Teus discípulos,não sei por que desígnio da Tua Providência, pois só Tu o sabes.

Mas, Senhor, aligeira o pesado fardo dos meus pecados que Te ofenderamgravemente; purifica o meu espírito e o meu coração. Guia-me por caminhosrectos (Sl 22,3), como uma lâmpada que me ilumina. Dá-me a coragem de propagara Tua palavra; que a língua de fogo do Teu Espírito (Act 2,3) me dê uma línguaperfeitamente livre, e me torne sempre atento à Tua presença.

Sê o meu pastor, Senhor, e sê comigo o pastor das Tuas ovelhas, de modo que omeu coração não se desvie nem para a direita nem para a esquerda. Que o TeuEspírito me dirija pelo caminho recto, de modo a que as minhas acções serealizem até ao fim segundo a Tua vontade.


São João Damasceno (c. 675-749), monge, teólogo, doutor da Igreja
Exposição da fé ortodoxa, 1


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11 de maio de 2011

Oração

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Senhor,
ajuda-nos a encontrarmos o caminho.
Ilumina, Senhor, a nossa estrada, endireita as curvas das nossas vidas, aplana as montanhas das nossas dificuldades, fortalece-nos para atravessarmos as águas caudalosas das tentações que nos querem arrastar.
Sobretudo, Senhor, molda-nos segundo a tua vontade, para que em tudo sejamos testemunhas do teu amor.
Amen.
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9 de maio de 2011

E como eu me embrenho nas trevas, meu Deus


Guardai a minha alma

E fazei

Com que as trevas não se embrenhem em mim.


Com que o abismo não se precipite

Em mim, meu Deus

Fazei


Assim seja


(variação de oração de X. Dorison e A. Alice)


6 de maio de 2011

Consagração de Portugal ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria

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Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, inteiramente confiados a Vós, oferecemo-Vos em oblação o nosso país e povo de Portugal, para que sobre eles reineis plenamente.

Oferecemo-nos em reparação de todas as ofensas a Deus cometidas em Portugal, recorrendo confiadamente aos Corações de Jesus e de Maria aos quais pedimos a graça de um espírito contrito e humilhado e o perdão por todos os que não crêem, não adoram, não esperam, nem Vos amam.

Do desprezo dos mandamentos de Deus, livrai-nos.
Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos.
Dos pecados contra a vida humana desde os seus primeiros até aos seus últimos momentos, livrai-nos.
Dos pecados contra o matrimónio e a família, livrai-nos.
Da perversão das crianças e dos jovens, livrai-nos.
Do intento de apagar nos corações a fé e a verdade mesma de Deus, livrai-nos.
Da mentira e do pecado contra o Espírito Santo, livrai-nos.
De toda a classe de injustiça na vida social, livrai-nos.
Do consumismo desenfreado e do esquecimento dos pobres, livrai-nos.
Do adormecimento dos cristãos, livrai-nos.

Acolhei, Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, a consagração que agora Vos fazemos, em nome de todos os baptizados e de todas as pessoas de boa vontade. Que se revele mais uma vez na história de Portugal o infinito poder da Redenção, a força do Amor Misericordioso. Que detenha o Mal! Que transforme as consciências e as acorde. Estamos totalmente seguros de Vós.

Oração da irmã Lúcia

Ó Maria concebida sem pecado, olhai para Portugal, rogai por Portugal, salvai Portugal. Quanto mais culpado ele é, mais necessidade tem da vossa intercessão. Uma palavra dita por vós a Jesus e Portugal será salvo. Ó Jesus, obediente a Maria, perdoai-nos, salvai Portugal.
AVÉ MARIA.
Mãe de Misericórdia que sois alento dos fracos e saúde dos enfermos, curai Portugal de todos os males de que sofre, perdoai-nos, salvai Portugal.
AVÉ MARIA.
Rainha dos portugueses e refúgio dos pecadores, não desprezeis as nossas preces, perdoai-nos, salvai Portugal.
AVÉ MARIA.Nossa Senhora do Rosário de Fátima, rogai por nós e pela nossa pátria, perdoai-nos e atendei-nos.
SALVÉ RAINHA


Rezar a partir de agora durante nove dias, incluindo portanto o 13 de Maio.
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1 de maio de 2011

DIA DA MÃE

Senhor,
neste dia, entregamos-Te as mães que o são, as que estão para ser, e as que hão-de vir a ser.
Entregamos-te as mães que têm os seus filhos no seu ventre e que pensam no aborto.
Ilumina-as, Senhor, coloca no seus corações um amor tão forte, que as leve a amarem os seus filhos de tal modo que deles não se queiram separar.
Amen.

30 de abril de 2011

Uma Família

Senhor, peço-Te com todas as minhas forças, olha pela minha família.
... Está a perder-se do que é (era?) tão característica: ser Uma.
Não Te peço que me protejas ou ocultes o sofrimento... só Te peço que não deixes sofrer a minha família por aquelas que são as limitações dos olhos e palavras das pessoas.
Senhor, acima de tudo, foste Tu que nos uniste e escolheste como Uma Família...
Faz-me acreditar que não há nada mais forte que a Tua vontade e nada maior que o Teu sonho.
Senhor...
Obrigada.

27 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje

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Lucas 24,13-35.

Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém; e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera.
Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se com eles a caminho; os seus olhos, porém, estavam impedidos de o reconhecer.
Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» Pararam entristecidos.
E um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias!»
Perguntou-lhes Ele: «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; como os sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram, para ser condenado à morte e crucificado.
Nós esperávamos que fosse Ele o que viria redimir Israel, mas, com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro de madrugada e, não achando o seu corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos, que afirmavam que Ele vivia.
Então, alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas, a Ele, não o viram.»
Jesus disse-lhes, então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?»
E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito.
Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, fez menção de seguir para diante.
Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.» Entrou para ficar com eles.
E, quando se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho.
Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença.
Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»
Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os seus companheiros, que lhes disseram: «Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!»
E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão.


Senhor,
«Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.»
Amen.
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25 de abril de 2011

24 de abril de 2011

23 de abril de 2011

Meditando no Tríduo Pascal - Sábado Santo

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Senhor
hoje em silêncio, prostrados sobre a terra, adoramos-Te na tua total entrega por nós, e esperamos ansiosamente a tua Ressurreição.
Amen.
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22 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando no Tríduo Pascal - Sexta feira Santa


Evangelho segundo S. João 18,1-40.19,1-42.

NARRAÇÃO DA PAIXÃO E MORTE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO




Ó que tempo de amor silencioso!
Ó que tempo de paz e tranquilidade!
Ó que tempo de tão humilde serenidade!
Ó que tempo de um esperar tão ditoso!


Repousa agora o Senhor,
e a vida deita-se com Ele!


Tudo se faz silêncio
pois o Senhor de todas as coisas
repousa o sono dos justos.


No Céu prepara-se a festa
que se há-de derramar na terra
como promessa cumprida
da esperança já esperada!


Tudo está em silêncio!


Mas não é silêncio de morte,
é um silêncio de vida,
porque a morte nada pode,
contra o Senhor da vida.


A Semente desceu à terra,
morre agora para dar vida.


Sente-se que a esperança cresce,
toda no amor envolvida.


A terra abriu os braços
àquele que é o seu Senhor,
toda ela se faz prenhe
da vida e do amor.


Agora já nada podem
aqueles que O querem matar
porque ao darem morte à Vida,
fizeram-na renascer,
agora para não morrer.

Rasguem-se as vestes,
abram-se os corações,
choremos as lágrimas todas,
que os olhos possam conter!


Porque num instante,
numa eternidade,
a vida irá romper!


Gloriosa, vitoriosa, deslumbrante,
já nada haverá a temer.


Repousemos também com Ele,
n’Ele nos deixemos morrer,
porque no terceiro dia,
o mundo se espantará,
com a glória do Senhor!


E então quem n’Ele estiver,
quem n’Ele permanecer,
será vida para sempre,
no gozo eterno de Deus,
que por amor aos homens,
se deixou assim morrer.


Repara na brisa suave
que passa por toda a terra,
agita as plantas e árvores,
passa nos vales e nos montes,
mergulha nos rios e mares,
toca todos os animais,
do ar, da terra e do mar,
e vem direita ao coração
do homem que quer amar.


Faz-se silêncio na terra,
tudo se prostra e recolhe.


Já quer explodir a alegria
que no peito incontida,
quer gritar ao mundo todo:
«Eu sou a Ressurreição e a Vida»!






Joaquim Mexia Alves
Monte Real, 2 de Abril de 2010
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21 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando no Tríduo Pascal - Quinta feira Santa

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Evangelho segundo S. João 13,1-15.

Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo.
O diabo já tinha metido no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a decisão de o entregar.
Enquanto celebravam a ceia, Jesus, sabendo perfeitamente que o Pai tudo lhe pusera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava,
levantou-se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura.
Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que atara à cintura.
Chegou, pois, a Simão Pedro. Este disse-lhe: «Senhor, Tu é que me lavas os pés?»
Jesus respondeu-lhe: «O que Eu estou a fazer tu não o entendes por agora, mas hás-de compreendê-lo depois.»
Disse-lhe Pedro: «Não! Tu nunca me hás-de lavar os pés!» Replicou-lhe Jesus: «Se Eu não te lavar, nada terás a haver comigo.»
Disse-lhe, então, Simão Pedro: «Ó Senhor! Não só os pés, mas também as mãos e a cabeça!»
Respondeu-lhe Jesus: «Quem tomou banho não precisa de lavar senão os pés, pois está todo limpo. E vós estais limpos, mas não todos.»
Ele bem sabia quem o ia entregar; por isso é que lhe disse: 'Nem todos estais limpos'.
Depois de lhes ter lavado os pés e de ter posto o manto, voltou a sentar-se à mesa e disse-lhes:
«Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-me 'o Mestre' e 'o Senhor', e dizeis bem, porque o sou.
Ora, se Eu, o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros.
Na verdade, dei-vos exemplo para que, assim como Eu fiz, vós façais também.


Senhor,
ensina-nos, dá-nos forças e destemor para servirmos, muito mais do que querermos ser servidos.
Amen.
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20 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma - Semana Santa

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Evangelho segundo S. Mateus 26,14-25.

Então um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse-lhes: «Quanto me dareis, se eu vo-lo entregar?»
Eles garantiram-lhe trinta moedas de prata.
E, a partir de então, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.
No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos foram ter com Jesus e perguntaram-lhe: «Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?»
Ele respondeu: «Ide à cidade, a casa de um certo homem e dizei-lhe: 'O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; é em tua casa que quero celebrar a Páscoa com os meus discípulos.’»
Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a Páscoa.
Ao cair da tarde, sentou-se à mesa com os Doze.
Enquanto comiam, disse: «Em verdade vos digo: Um de vós me há-de entregar.»
Profundamente entristecidos, começaram a perguntar-lhe, cada um por sua vez: «Porventura serei eu, Senhor?»
Ele respondeu: «O que mete comigo a mão no prato, esse me entregará. O Filho do Homem segue o seu caminho, como está escrito acerca dele; mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser entregue. Seria melhor para esse homem não ter nascido!»
Judas, o traidor, tomou a palavra e perguntou: «Porventura serei eu, Mestre?» «Tu o disseste» respondeu Jesus.

Senhor,
como Judas tantas vezes nos escondemos quando nos deixamos cair nas nossas fraquezas.
Tantas vezes nos tentamos afirmar inocentes, quando sabemos bem da nossa culpa.
Tu sabes tudo, Senhor, mas és misericordioso, e basta apenas o nosso arrependimento para nos abrires os braços e nos apertares junto ao teu coração.
Ensina-nos, Senhor, a não temermos as culpas dos nossos erros, mas sim a confiarmos plenamente na tua misericórdia.
Amen.
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19 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma - Semana Santa

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João 13,21-33.36-38.

Tendo dito isto, Jesus perturbou-se interiormente e declarou: «Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me há-de entregar!»
Os discípulos olhavam uns para os outros, sem saberem a quem se referia.
Um dos discípulos, aquele que Jesus amava, estava à mesa reclinado no seu peito.
Simão Pedro fez-lhe sinal para que lhe perguntasse a quem se referia.
Então ele, apoiando-se naturalmente sobre o peito de Jesus, perguntou: «Senhor, quem é?»
Jesus respondeu: «É aquele a quem Eu der o bocado de pão ensopado.» E molhando o bocado de pão, deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes.
E, logo após o bocado, entrou nele Satanás. Jesus disse-lhe, então: «O que tens a fazer fá-lo depressa.»
Nenhum dos que estavam com Ele à mesa entendeu, porém, com que fim lho dissera.
Alguns pensavam que, como Judas tinha a bolsa, Jesus lhe tinha dito: 'Compra o que precisamos para a Festa', ou que desse alguma coisa aos pobres.
Tendo tomado o bocado de pão, saiu logo. Fazia-se noite.
Depois de Judas ter saído, Jesus disse: «Agora é que se revela a glória do Filho do Homem e assim se revela nele a glória de Deus. E, se Deus revela nele a sua glória, também o próprio Deus revelará a glória do Filho do Homem, e há-de revelá-la muito em breve.»
«Filhinhos, já pouco tempo vou estar convosco. Haveis de me procurar, e, assim como Eu disse aos judeus: 'Para onde Eu for vós não podereis ir', também agora o digo a vós.
Disse-lhe Simão Pedro: «Senhor, para onde vais?» Jesus respondeu-lhe: «Para onde Eu vou, tu não me podes seguir por agora; hás-de seguir-me mais tarde.»
Disse-lhe Pedro: «Senhor, porque não posso seguir-te agora? Eu daria a vida por ti!»
Replicou Jesus: «Darias a vida por mim? Em verdade, em verdade te digo: não cantará o galo, antes de me teres negado três vezes!»



Senhor
quantas constantes promessas de fidelidade, de amor, de entrega, Te fiz e Te faço todos os dias.
E quantas vezes Te nego nas minhas atitudes, nos meus gestos, nas minhas palavras, nos meus pensamentos, nos juízos que faço dos outros?
Volta para mim, Senhor, para todos, o teu olhar misericordioso, aquele mesmo olhar que dirigiste a Pedro e abriu o seu coração ao arrependimento sincero e verdadeiro.
Dá-nos, Senhor, dá-me, um verdadeiro dom de arrependimento, um profundo dom de contrição, que nos leve à união permanente no teu amor.
Amen.
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18 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma - Semana Santa

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Evangelho segundo S. João 12,1-11.

Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde vivia Lázaro, que Ele tinha ressuscitado dos mortos.
Ofereceram-lhe lá um jantar. Marta servia e Lázaro era um dos que estavam com Ele à mesa.
Então, Maria ungiu os pés de Jesus com uma libra de perfume de nardo puro, de alto preço, e enxugou-lhos com os seus cabelos. A casa encheu-se com a fragrância do perfume.
Nessa altura disse um dos discípulos, Judas Iscariotes, aquele que havia de o entregar:
«Porque é que não se vendeu este perfume por trezentos denários, para os dar aos pobres?»
Ele, porém, disse isto, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão e, como tinha a bolsa do dinheiro, tirava o que nela se deitava.
Então, Jesus disse: «Deixa que ela o tenha guardado para o dia da minha sepultura! De facto, os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim não me tendes sempre.»
Um grande número de judeus, ao saber que Ele estava ali, vieram, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Ele tinha ressuscitado dos mortos.
Os sumos sacerdotes decidiram dar a morte também a Lázaro, porque muitos judeus, por causa dele, os abandonavam e passavam a crer em Jesus.


Senhor,
Tu estás no meio de nós, em todos, e tantas vezes não Te vemos.
Abre, Senhor os nossos corações à Tua presença.
E, Senhor, que bem aventurança a de Lázaro, ser morto por ser tua testemunha, e causa de muitos acreditarem em Ti.
Ensina-nos, Senhor, pelo poder do Espírito Santo, a sermos tuas testemunhas e causa de muitos Te conhecerem, crerem e amarem.
Amen.
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Que o Deus amoroso e realizante, obreiro do ser e do sentido, nos guie e acompanhe, no silêncio e no mistério, na palavra e no acto, e em todas as fissuras dos nossos estados e acções.

Ámen.

16 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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Evangelho segundo S. João 11,45-56.

Então, muitos dos judeus que tinham vindo a casa de Maria, ao verem o que Jesus fez, creram nele.
Alguns deles, porém, foram ter com os fariseus e contaram-lhes o que Jesus tinha feito.
Os sumos sacerdotes e os fariseus convocaram então o Conselho e diziam: «Que havemos nós de fazer, dado que este homem realiza muitos sinais miraculosos? Se o deixarmos assim, todos irão crer nele e virão os romanos e destruirão o nosso Lugar santo e a nossa nação.»
Mas um deles, Caifás, que era Sumo Sacerdote naquele ano, disse-lhes: «Vós não entendeis nada, nem vos dais conta de que vos convém que morra um só homem pelo povo, e não pereça a nação inteira.»
Ora ele não disse isto por si mesmo; mas, como era Sumo Sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus devia morrer pela nação.
E não só pela nação, mas também para congregar na unidade os filhos de Deus que estavam dispersos.
Assim, a partir desse dia, resolveram dar-lhe a morte.
Por isso, Jesus já não andava em público, mas retirou-se dali para uma região vizinha do deserto, para uma cidade chamada Efraim e lá ficou com os discípulos.
Estava próxima a Páscoa dos judeus e muita gente do país subiu a Jerusalém antes da Páscoa para se purificar.
Procuravam então Jesus e perguntavam uns aos outros no templo: «Que vos parece? Ele virá à Festa?»


Senhor,
ontem como hoje, aqueles a quem Tu incomodas com o Teu Reino de amor, querem dar-te a morte.
Ontem pregando-Te numa cruz.
Hoje tentando "apagar-te" de toda a sociedade.
Não compreendem que perseguindo-Te, acabam por «congregar na unidade os filhos de Deus que estavam dispersos», porque a Verdade vencerá ... já venceu.
Ensina-nos, Senhor, a sermos Tuas testemunhas e a não vacilarmos perante os perigos e as perseguições, sejam elas quais forem.
Amen.
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15 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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Evangelho segundo S. João 10,31-42.

Então, os judeus voltaram a pegar em pedras para o apedrejarem.
Jesus replicou-lhes: «Mostrei-vos muitas obras boas da parte do Pai; por qual dessas obras me quereis apedrejar?»
Responderam-lhe os judeus: «Não te queremos apedrejar por qualquer obra boa, mas por uma blasfémia: é que Tu, sendo um homem, a ti próprio te fazes Deus.»
Jesus respondeu-lhes: «Não está escrito na vossa Lei: 'Eu disse: vós sois deuses'? Se ela chamou deuses àqueles a quem se dirigiu a palavra de Deus e a Escritura não se pode pôr em dúvida a mim, a quem o Pai consagrou e enviou ao mundo, como é que dizeis: 'Tu blasfemas', por Eu ter dito: 'Sou Filho de Deus'?
Se não faço as obras do meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, embora não queirais acreditar em mim, acreditai nas obras, e assim vireis a saber e ficareis a compreender que o Pai está em mim e Eu no Pai.»
Por isso procuravam de novo prendê-lo, mas Ele escapou-se-lhes das mãos.
Depois, Jesus voltou a retirar-se para a margem de além-Jordão, para o lugar onde ao princípio João tinha estado a baptizar, e ali se demorou.
Muitos vieram ter com Ele e comentavam: «Realmente João não realizou nenhum sinal milagroso, mas tudo quanto disse deste homem era verdade.»
E muitos ali creram nele.


Senhor,
só a cegueira dos homens os impede de verem os teus sinais, as tuas obras, na Criação.
Abre, Senhor, os nossos olhos, para que possamos ver a Verdade, e a «Verdade nos libertará.»
Amen.
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14 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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João 8,51-59.

Em verdade, em verdade vos digo: «se alguém observar a minha palavra, nunca morrerá.»
Disseram-lhe, então, os judeus: «Agora é que estamos certos de que tens demónio! Abraão morreu, os profetas também, e Tu dizes: 'Se alguém observar a minha palavra, nunca experimentará a morte'? Porventura és Tu maior que o nosso pai Abraão, que morreu? E os profetas morreram também! Afinal, quem é que Tu pretendes ser?»
Jesus respondeu: «Se Eu me glorificar a mim mesmo, a minha glória nada valerá. Quem me glorifica é o meu Pai, de quem dizeis: 'É o nosso Deus'; e, no entanto, não o conheceis. Eu é que o conheço; se dissesse que não o conhecia, seria como vós: um mentiroso. Mas Eu conheço-o e observo a sua palavra. Abraão, vosso pai, exultou pensando em ver o meu dia; viu-o e ficou feliz.»
Disseram-lhe, então, os judeus: «Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão?»
Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: antes de Abraão existir, Eu sou!»
Então, agarraram em pedras para lhe atirarem. Mas Jesus escondeu-se e saiu do templo.


Senhor,
nas nossas fraquezas queremos ver com os olhos do corpo, aquilo que apenas é visível aos olhos do coração, aos olhos da fé.
Aumenta, Senhor, a nossa fé, para podermos ver e acreditar, e acreditando, testemunharmos no dia-a-dia que Tu és o Filho de Deus, feito Homem para nos salvar.
Amen.
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13 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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Evangelho segundo S. João 8,31-42.

Então, Jesus pôs-se a dizer aos judeus que nele tinham acreditado: «Se permanecerdes fiéis à minha mensagem, sereis verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres.»
Replicaram-lhe: «Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém! Como é que Tu dizes: 'Sereis livres'?»
Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: todo aquele que comete o pecado é servo do pecado, e o servo não fica na família para sempre; o filho é que fica para sempre. Pois bem, se o Filho vos libertar, sereis realmente livres. Eu sei que sois descendentes de Abraão; no entanto, procurais matar-me, porque não aderis à minha palavra. Eu comunico o que vi junto do Pai, e vós fazeis o que ouvistes ao vosso pai.»
Eles replicaram-lhe: «O nosso pai é Abraão!»
Jesus disse-lhes: «Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão! Agora, porém, vós pretendeis matar-me, a mim, um homem que vos comunicou a verdade que recebi de Deus. Isso não o fez Abraão! Vós fazeis as obras do vosso pai.»
Eles disseram-lhe, então: «Nós não nascemos da prostituição. Temos um só Pai, que é Deus.»
Disse-lhes Jesus: «Se Deus fosse vosso Pai, ter-me-íeis amor, pois é de Deus que Eu saí e vim. Não vim de mim próprio, mas foi Ele que me enviou.


Senhor,
nós queremos ser livres!
Ser livres da escravidão do pecado que nos amarra ao mundo.
Queremos viver no mundo, mas não pertencer ao mundo.
Queremos ser filhos de Deus, a quem foi dado o mundo, para nele vivermos construindo o Teu Reino de amor, por Tua graça, Senhor.
Amen.
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12 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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João 8,21-30.

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: «Eu vou-me embora: vós haveis de procurar-me, mas morrereis no vosso pecado. Vós não podereis ir para onde Eu vou.»
Então, os judeus comentavam: «Será que Ele se vai suicidar, dado que está a dizer: 'Vós não podeis ir para onde Eu vou'?»
Mas Ele acrescentou: «Vós sois cá de baixo; Eu sou lá de cima! Vós sois deste mundo; Eu não sou deste mundo. Já vos disse que morrereis nos vossos pecados. De facto, se não crerdes que Eu sou o que sou, morrereis nos vossos pecados.»
Perguntaram-lhe, então: «Quem és Tu, afinal?»
Disse-lhes Jesus: «Absolutamente aquilo que já vos estou a dizer! Tenho muitas coisas que dizer e que julgar a vosso respeito; mas do que falo ao mundo é do que ouvi àquele que me enviou, e que é verdadeiro.»
Eles não perceberam que lhes falava do Pai.
Disse-lhes, pois, Jesus: «Quando tiverdes erguido ao alto o Filho do Homem, então ficareis a saber que Eu sou o que sou e que nada faço por mim mesmo, mas falo destas coisas tal como o Pai me ensinou. E aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou só, porque faço sempre aquilo que lhe agrada.»
Quando expunha estas coisas, muitos creram nele.


Senhor,
eu creio, mas quero crer cada vez mais.
Quero que a Verdade que Tu és, seja a Verdade da minha vida.
Amen.
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11 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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João 8,1-11.

Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
De madrugada, voltou outra vez para o templo e todo o povo vinha ter com Ele. Jesus sentou-se e pôs-se a ensinar.
Então, os doutores da Lei e os fariseus trouxeram-lhe certa mulher apanhada em adultério, colocaram-na no meio e disseram-lhe: «Mestre, esta mulher foi apanhada a pecar em flagrante adultério. Moisés, na Lei, mandou-nos matar à pedrada tais mulheres. E Tu que dizes?»
Faziam-lhe esta pergunta para o fazerem cair numa armadilha e terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se para o chão, pôs-se a escrever com o dedo na terra.
Como insistissem em interrogá-lo, ergueu-se e disse-lhes: «Quem de vós estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra!»
E, inclinando-se novamente para o chão, continuou a escrever na terra.
Ao ouvirem isto, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher que estava no meio deles.
Então, Jesus ergueu-se e perguntou-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?»
Ela respondeu: «Ninguém, Senhor.» Disse-lhe Jesus: «Também Eu não te condeno. Vai e de agora em diante não tornes a pecar.»


Senhor,
entre aqueles que foram saindo, estava eu também.
Quantas vezes, Senhor, julgamos nós os nossos irmãos e quantas vezes nos pensamos melhores do que eles?
Cegos que nós somos, que apenas vemos para fora, mas não queremos ver para dentro.
Tem compaixão de nós, Senhor, e como àquela mulher, perdoa-nos também, e ajuda-nos para que não voltemos a pecar.
Amen.
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9 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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Evangelho segundo S. João 7,40-53.

Então, entre a multidão de pessoas que escutaram estas palavras, dizia-se: «Ele é realmente o Profeta.»
Diziam outros: «É o Messias.» Outros, porém, replicavam: «Mas pode lá ser que o Messias venha da Galileia?! Não diz a Escritura que o Messias vem da descendência de David e da cidade de Belém, donde era David?»
Deste modo, estabeleceu-se um desacordo entre a multidão, por sua causa.
Alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém lhe deitou a mão.
Depois os guardas voltaram aos sumos sacerdotes e aos fariseus, que lhes perguntaram: «Porque é que não o trouxestes?»
Os guardas responderam: «Nunca nenhum homem falou assim!»
Replicaram-lhes os fariseus: «Será que também vós ficastes seduzidos? Porventura acreditou nele algum dos chefes, ou dos fariseus? Mas essa multidão, que não conhece a Lei, é gente maldita!»
Nicodemos, aquele que antes fora ter com Jesus e que era um deles, disse-lhes:
«Porventura permite a nossa Lei julgar um homem, sem antes o ouvir e sem averiguar o que ele anda a fazer?»
Responderam-lhe eles: «Também tu és galileu? Investiga e verás que da Galileia não sairá nenhum profeta.»
E cada um foi para sua casa.


Senhor,
quando algo põe em causa a nossa forma de viver, segundo a nossa vontade, também nós não aceitamos, também somos levados a desprezar o que nos é dito, porque não queremos mudar.
E é fácil, Senhor, tão fácil, arranjarmos "argumentos" para assim procedermos.
Abre, Senhor, os nossos corações à Tua Palavra, para que ouvindo-A, acreditemos, e acreditando alcancemos a salvação por Tua graça.
Amen.
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8 de abril de 2011

Rezando o Evangelho de hoje - Meditando na Quaresma

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Evangelho segundo S. João 7,1-2.10.25-30.

Depois disto, Jesus continuava pela Galileia, pois não queria andar pela Judeia, visto que os judeus procuravam matá-lo.
Estava próxima a festa judaica das Tendas.
Contudo, depois de os seus irmãos partirem para a festa, Ele partiu também, não publicamente, mas quase em segredo.
Então, alguns de Jerusalém comentavam: «Não é este a quem procuravam, para o matar?
Vede como Ele fala livremente e ninguém lhe diz nada! Será que realmente as autoridades se convenceram de que Ele é o Messias? Mas nós sabemos donde Ele é, ao passo que, quando chegar o Messias, ninguém saberá donde vem.»
Entretanto, Jesus, ensinando no templo, bradava: «Então sabeis quem Eu sou e sabeis donde venho?! Pois Eu não venho de mim mesmo; há um outro, verdadeiro, que me enviou, e que vós não conheceis. Eu é que o conheço, porque procedo dele e foi Ele que me enviou.»
Procuravam, então, prendê-lo, mas ninguém lhe deitou a mão, pois a sua hora ainda não tinha chegado.


Senhor,
como nos é dificil aceitar ensinamento ou conselho daqueles que nos parecem iguais a nós.
Como tentamos em cada momento diminuir aqueles que pelo bem sobressaem na sociedade.
Fizemos isso contigo, Senhor, e continuamos a fazê-lo todos os dias das nossas vidas.
Ensina-nos e ajuda-nos, Senhor, a vermos nos outros a Tua presença e a não criticarmos, mas sim a acolhermos o bem, e a emendarmos o mal.
Amen.
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