Mostrar mensagens com a etiqueta rezar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rezar. Mostrar todas as mensagens

8 de agosto de 2012

CEGO DO CORAÇÃO

.
.

 

Quantas vezes Senhor Te aproximaste de mim, vestido de fome e de sede e eu não Te quis olhar, não Te quis reconhecer no meu irmão?

Quantas vezes Senhor olhaste para mim, esperando uma palavra, um sorriso, um abraço, na pessoa do meu irmão desonrientado, confuso, solitário, e eu olhei para o lado e fiz de contas que não Te via?

Quantas vezes Senhor esperaste por mim no Sacrário e eu passei à porta da Igreja e cheio de pressa para coisa nenhuma, nem sequer Te disse: «Bom dia Jesus, obrigado pelo teu amor.Também eu Te quero amar com a minha vida»?

Perdoa-me Senhor, porque sou cego do coração.
.
.

2 de março de 2010

Rezando Pai Nosso

Meu Pai e Pai de todos
Tua presença me abarca
E me preenche a vida.

O Teu nome é Santo
Porque Tu mesmo és Santo
E a Tua santidade
Me impele a ser santo.

O Teu Reino se instaure
Num mundo cada vez mais sedento
E sequioso dos Teus dons.

A Tua vontade
Seja sempre a minha
Porque só queres que eu seja feliz.

O pão de cada dia
É dom gratuito do Teu amor
Que alimenta e que dá vida.

As minhas ofensas perdoa
Porque Tu és todo amor
E só me queres para me amar.

Porque perdoado também perdoo
Aos que me fazem mal
E aos que me ofendem.

Nunca me deixes nem abandones
Pois só em Ti, debaixo da Tuas asas
Encontro refúgio seguro.

Livra-me do mal
E faz com que eu faça só o bem.

Assim, eu acredito.

5 de fevereiro de 2010

Passos da vida

No silêncio de uma oração de joelhos
Peregrino pelos passos da minha vida
Contemplo belos passos já dados
E antevejo muitos outros para dar.


Mas, ressalta não poucas vezes
Passos inseguros e mal dados
Que não me levam para o caminho da luz
Senão para os atalhos das trevas e da escuridão.


Se pelos primeiros dou graças
E peço força para os continuar
Pelos outros peço perdão, arrependo-me, levanto a cabeça
E peço ainda mais força para os não tornar a dar.

2 de janeiro de 2010

Tornar visível o invisível

Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. No mistério da encarnação de vosso filho, nova luz da vossa glória brilhou para nós. E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos, aprendemos a amar nele a divindade que não vemos.
(Prefácio Natal I)


Ele (Jesus), no mistério do Natal que celebramos, invisível em sua divindade, tornou-se visível em nossa carne. Gerado antes dos tempos, entrou na história da humanidade para erguer o mundo decaído. Restaurando a integridade do universo, introduziu no reino dos céus o homem redimido.
(Prefácio Natal II)